Em 15 de março é comemorado anualmente o Dia Mundial do Consumidor. Nesta data muitas lojas e empresas aproveitam para vender mais, criando promoções e descontos aos seus clientes.

Esses, aproveitam para “comemorar” comprando. Para muitos, comprar tornou-se um ato de prazer. E não queremos, julgar esse sentimento, mas sim, orientá-los para um consumo mais consciente, ou seja, uma reflexão antes de comprar ou adquirir qualquer produto ou serviço.

 

Qual a diferença entre “Compra” e “Consumo”?

A compra é apenas uma etapa do consumo. Consumo é também o ato pós compra, ou seja, o uso da compra e como ela é descartada.

O que podemos entender como impacto do “Consumo”? 

Antes de tudo é necessário entender que todo consumo causa um impacto. Podendo ser positivo ou negativo, para o meio ambiente, para sua vida, para suas relações sociais e para a economia. Quando compramos geramos demanda em produtos e/ou serviços diversos, aumentando ou favorecendo cadeias de produção sustentáveis ou não. E é aí que o consumidor consciente entra!

Como ser um consumidor consciente? 

Tenha em mente que ao consumir você se torna um agente transformador da sociedade. Ao escolher os produtos que vai comprar ou serviços que irá contratar, leve em conta o meio ambiente, as relações justas de trabalho, preço e marca, a saúde humana e animal. Pense na real necessidade de compra (a impulsividade é uma grande vilã do consumo consciente e também das finanças!), na durabilidade, nos benefícios e malefícios, no custo benefício e, claro, em como será o descarte e seu impacto na natureza.

Dicas práticas:

  1. Crie o hábito de se planejar, fazendo listas para evitar as compras por impulso;
  2. Na hora da compra, leve em conta a procedência, valorize as empresas em função de sua responsabilidade para com os funcionários, a sociedade e o meio ambiente;
  3. Escolha produtos que sejam mais duráveis aos descartáveis. Analise o preço e a qualidade (custo x benefício) dos produtos, não se deixando influenciar apenas pela marca;
  4. Cobre atitudes do poder público e privado para iniciativas que promovam os conceitos de consumo consciente e sustentabilidade;
  5. Exija comprovante fiscal, assim, ajudará a combater a sonegação, a gerar empregos, impostos, além de facilitar o controle das próprias contas;
  6. Recicle e contribua para a economia de recursos naturais, a redução da degradação ambiental e a geração de empregos.

Consumir menos, gera menor produção de resíduos, e menor agressão ao meio ambiente. Segundo a Associação Empresarial para Reciclagem (CEMPRE),  no lixo convencional (não orgânico e doméstico) constata-se que, enquanto aproximadamente 45%do lixo produzido é reciclável apenas 2% do lixo urbano é reciclado. E de tudo que se recicla: 4% é metal; 3% é vidro; 3% é plástico. Papel e papelão somam 25%.  O restante do lixo vai para lixões (75%), aterros controlados (13%) e aterros sanitários (10%).

Aqui na Salmeron, nossa proposta é o ATERRO ZERO. Com esse conceito, contribuímos para o conceito de economia circular, reduzindo o impacto dos resíduos no meio ambiente, que além de não serem destinados a aterros ou dispostos irregularmente, tornam-se combustível renovável.

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